Vencedores da edição 2020: Pollyana de Sousa Silva e Marcel Vieira Barreto Silva.

CATEGORIA ESTREANTE

VENCEDORA

Autora: Pollyana de Sousa Silva

Obra: Siringe

Cidade: Feira de Santana - BA

Comissão julgadora:

Eduardo Rosal;

Revista Lavoura (André Balbo, Arthur Lungov e Lucas Verzola);

Jaime Serva

MENÇÕES HONROSAS

Obra: Recortes e cacos

Autor: Jean de Oliveira Ferreira

Pseudônimo: Aloyzio Vieira de Azevedo

Cidade: São Bernardo do Campo – SP 

Obra: Casas transitórias

Autora: Saulo Weikert Bicalho

Pseudônimo: Dalia Ascende

Cidade: Belo Horizonte - MG

Obra: Atrasos do absoluto

Autor: Daniel Cosme da Silva Nascimento

Pseudônimo: Ícaro Vivaz

Cidade: São Lourenço da Mata – PE

Obra: Papá da terra, mamá da água

Autor: Gabriel Santos de Araújo

Pseudônimo: Miguel Serra

Cidade: Santa Maria – RS

JÚRI

Eduardo Rosal é mestre e doutor (tese premiada no Prêmio Barueri de Literatura 2019) em Teoria Literária pela UFRJ, com doutorado sanduíche na Université Nice Sophia Antipolis, na França. É autor de O sol vinha descalço (Reformatório, 2016, vencedor do Prêmio Maraã de Poesia 2015). Proprietário da Rosal Edições, microempresa que presta serviços editoriais de revisão, preparação, copidesque, revisão técnica e tradução. Preparou e traduziu A Bíblia da humanidade, de Jules Michelet (Nova Fronteira, 2018), e Os miseráveis, de Victor Hugo (Nova Fronteira, 2020). Fez a preparação da Poesia completa, de João Cabral de Melo Neto (Alfaguara, 2021), além de já ter preparado obras de autores como Jorge de Lima, L.F. Verissimo, J.A. Carrascoza, Adriana Lisboa, Ricardo Lísias etc. 


Jayme Serva (UBE - União Brasileira de Escritores) é bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor dos livros Cem sonetos, pouco mais, pouco menos (poesia), Lucy – uma vida professora (biografia) e O preço do peixe (crônicas), é também roteirista e redator. Trabalhou como redator e diretor de criação em diversas agências de publicidade, e escreveu, como colaborador, para veículos especializados em comunicação, como Meio & Mensagem e Propmark, e de interesse geral, como as revistas Morar (da Folha de S.Paulo), Brasileiros e Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Editora Globo). É membro da diretoria da União Brasileira de Escritores (UBE).

Revista Lavoura  é uma revista literária fundada em janeiro de 2017 com o objetivo de divulgar a literatura brasileira contemporânea e fomentar a crítica e a discussão literária. Seu corpo editorial é formado por: 

André Balbo, autor dos livros de contos Eu queria que este livro tivesse orelhas (Oito e meio, 2018) e Estórias autênticas (Patuá, 2017). Cursou Direito na USP, onde foi repórter, colunista e editor-chefe do jornal Arcadas. Dedicou-se aos estudos em Hermenêutica e Direito & Literatura, aprofundando-se na obra de William Shakespeare, estudo que originou uma monografia de filosofia do direito indicada ao Prêmio Jovem Jurista (FDUSP, 2016). Também passou pela Folha de S.Paulo como trainee de Ciência e Saúde, onde publicou notas e matérias no caderno Cotidiano.

Arthur Lungov é poeta e editor, autor dos livros de poesia Luzes fortes, delírios urbanos (Patuá, 2016) e Corpos (Quelônio, 2019), que foi contemplado pelo 2º Edital de Publicação de Livros da Prefeitura de São Paulo; e da plaquete Anticanções (Sebastião Grifo, 2019). É advogado formado pela USP, onde apresentou tese que explora a narrativa de ficção como exercício da desobediência civil, com enfoque no livro de contos Luuanda, de José Luandino Vieira, relacionando-o à Guerra de Independência de Angola. Atualmente cursa Letras na FFLCH-USP.

Lucas Verzola é autor de São Paulo Depois de Horas (Patuá, 2014), finalista do Prêmio SESC de Literatura 2014 na categoria contos; de Em Conflito com a Lei – Submundos (Reformatório, 2016), com apoio do ProAc 2015 – Governo do Estado de São Paulo, na modalidade “criação literária – prosa”; e de A última cabra (Reformatório, 2019). Formado em Direito pela USP, onde também cursou História, é especialista em direito penal e processual penal, e assessor no gabinete da vice-presidência do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Anteriormente, passou pela Folha de S.Paulo e pela Publifolha, tendo atuado como redator, repórter e editor-assistente. Em 2018, lançou o projeto Álbum de Família, que reúne contos curtos realizados a partir de fotografias antigas de sua família. Desde 2019 é pós-graduando em direção teatral pela Faculdade Paulista de Artes.

CATEGORIA publicados

VENCEDOR

Autor: Marcel Vieira Barreto Silva

Obra: Um abismo quase

Cidade: João Pessoa - PB

Comissão julgadora:

Jucimara Tarricone;

Mafra Carbonieri (Academia Paulista de Letras);

Bruno Brum.

MENÇÕES HONROSAS

Obra: Não sei se estou vivendo ou só lavando louça

Autor: Caio Gonçalves Brugioni

Pseudônimo: Caio Camacho

Cidade: Piracicaba – SP 

Obra: Livro qualquer vazio

Autora: Thamires Andrade Reis

Pseudônimo: Josefá Maciel

Cidade: São Paulo - SP

Obra: Inventário

Autor: Rogério Luz

Pseudônimo: Lopez Delsanto

Cidade: Rio de Janeiro – RJ

JÚRI

Jucimara Tarricone é pós-doutora e pesquisadora na área de Crítica Literária pela UNICAMP. Doutora em Letras na área de Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP (2007); Mestra em Comunicação e Semiótica: Literaturas, pela PUC-SP (1997) e Especialista em Literatura pela PUC-SP (1998). Tem experiência no campo de Letras, com ênfase em Teoria Literária, e atua principalmente nos seguintes temas: Teoria e Crítica literárias, Literatura Comparada, Literatura Brasileira e Semiótica. É autora de Hermenêutica e Crítica: o pensamento e a obra de Benedito Nunes, (2011) Edusp/Ed.Ufpa, livro finalista do Prêmio Jabuti 2012. 

Mafra Carbonieri nasceu em Botucatu-SP, em 1935. Formado em Direito, foi advogado, promotor público e juiz. Também foi professor de Literatura Portuguesa e Brasileira. É membro da Academia Paulista de Letras, e coordena dois Clubes de Leitura em São Paulo. Por livros publicados e inéditos recebeu prêmios nacionais e internacionais, como o da Accademia Internazionale Castiglione di Sicilia, Prêmio Casa de Las Américas de Cuba, Prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira pela Revista Cult, Prêmio Governador do Estado (duas vezes) e Prêmio Paraná de Literatura, além de ter sido finalista do Prêmio Jabuti por duas vezes. Seu romance O motim na Ilha dos Sinos (1997) foi agraciado com o Prêmio Octavio de Faria. Pela Editora Reformatório publicou a coletânea de poemas Diálogos e sermões de Frei Eusébio do Amor Perfeito (2013), o livro de contos Os gringos (2015) e Um estudo em Branco & Preto (2002). Neste momento, organiza o volume Poesia reunida (1950-2020).

Bruno Brum nasceu em Belo Horizonte, em janeiro de 1981. É poeta e designer gráfico. Publicou os livros Mínima ideia (2004), Cada (2007), Mastodontes na sala de espera (2011), vencedor do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2010, na categoria Poesia, e Tudo pronto para o fim do mundo (Editora 34, 2019). Idealizou e foi o editor responsável pela “Coleção Leve um livro”, que entre 2015 e 2017 distribuiu, de forma gratuita, 180 mil livretos de mais de 70 poetas de todo o Brasil nas ruas da capital mineira. Depois de quase 10 anos em São Paulo, vive hoje em Monte Santo de Minas.